Imagem pós-operatória
Ausência de artefatos metálicos em CT e MRI e permeabilidade ao ultrassom podem facilitar o acompanhamento.

Síntese do white paper sobre implantes cranianos personalizados em PEEK-OPTIMA Natural e sua comparação com titânio e osso autólogo.
Implantes produzidos por CAD/CAM podem reproduzir a anatomia do paciente após trauma, câncer ou infecção. O PEEK combina radiolucidez, resistência, módulo próximo ao osso e possibilidade de pequenos ajustes de contorno durante o procedimento.
Ausência de artefatos metálicos em CT e MRI e permeabilidade ao ultrassom podem facilitar o acompanhamento.
O fluxo CAD/CAM permite planejar grandes reconstruções e buscar simetria e resultado estético.
A resistência e o módulo semelhante ao osso são relevantes para placas cranianas de grande extensão.
O planejamento e o ajuste do implante podem reduzir etapas intraoperatórias e compensar parte do custo inicial.
No estudo multicêntrico com 185 pacientes, o grupo PEEK apresentou menor taxa global de complicações e maior satisfação estética. Também foram relatadas diferenças em epilepsia pós-operatória, exposição do implante e reoperação. Os resultados pertencem às populações e métodos dos estudos citados e não garantem desempenho individual.
A revisão de 15 trabalhos e 183 pacientes encontrou tendências de menos complicações e falhas com PEEK frente a osso autólogo e titânio. As diferenças não atingiram significância estatística, provavelmente pela quantidade limitada de estudos e pacientes.
As evidências sugerem potencial para bons resultados estéticos e clínicos, mas a indicação depende do defeito, da condição do tecido, do risco de infecção, da técnica, do projeto do implante e da avaliação da equipe médica. Estudos adicionais continuam necessários.
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